domingo, 28 de setembro de 2008

Beatriz Milhazes


exposição de Beatriz Milhazes
mandalas da artista plastica brasileira
Na Estação Pinacoteca de São Paulo

domingo, 21 de setembro de 2008

Viva a primavera




AS FLORES DA PRIMAVERA!
Neste entardecer tão belo...
Entre todas as flores...
Existe uma rosa amarela...
Que vem ressurgindo. ..
Com a primavera...

Trazendo consigo...
Seu delicado perfume...
Assim como esperanças...
E oportunidades. ..
Para novas amizades...

A primavera é tão bela...
Porque traz com ela...
Todas as flores e aromas...
Revitalizando a inquietude.. .
De todos os corações...

As rosas colorem o amor...
As vermelhas exalam paixão...
As amarelas trazem magia e a sedução...
As brancas com sua brandura...
Trazem paz para os corações...

VANIA STAGGEMEIER

Viva a primavera

AS FLORES DA PRIMAVERA!
Neste entardecer tão belo...
Entre todas as flores...
Existe uma rosa amarela...
Que vem ressurgindo. ..
Com a primavera...

Trazendo consigo...
Seu delicado perfume...
Assim como esperanças...
E oportunidades. ..
Para novas amizades...

A primavera é tão bela...
Porque traz com ela...
Todas as flores e aromas...
Revitalizando a inquietude.. .
De todos os corações...

As rosas colorem o amor...
As vermelhas exalam paixão...
As amarelas trazem magia e a sedução...
As brancas com sua brandura...
Trazem paz para os corações...

VANIA STAGGEMEIER

Feira do Saber

Dia 18, 19 e 20 aconteceu a Feira do Saber em São Paulo, todo ano a feira atrai pesssoas do pais inteiro. comparando com os anos anteriores, esse ano estava fraco, como sempre um perfil direcionado as escolas particulares.
As palestras foram interessantes.
Apesar de um público pequeno, a psicolinguistica Liliana Tolchinsky, falou sobre a importância da escrita em tempos atuais, eu diria que não teve nada de novo, mas um fato me chamou atenção pelo seu comentário foi a sua afirmação que o construtivismo esta provando que não é tão eficaz.Será que estamos entrando em uma nova era na Alfabetização ou apenas mais um modismo pedagogico?.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

[purple]
[blue]S[/blue]incera..
[teal]I[/teal]ngênua?...talvez.
[blue]M[/blue]ulher, mas no fundo
[teal]O[/teal]culta
[blue]N[/blue]a busca da
[teal]E[/teal]terna magia
[teal]
[purple]♥´♥•.¸¸.•♥´¨.♥´♥•.¸¸.•♥´¨♥´♥•♥´♥•.¸¸.•♥´¨♥´♥•.¸¸.•♥´¨♥´♥•[/purple]
Aprendi com o tempo que; aquilo que era importante ontem, hoje, não passa de desnecessário e inutil, que o que importa mesmo é hoje "agora", porque o passado já passou e o futuro é sempre melhor que aquilo que pensávamos que poderia ser.
♥´♥•.¸¸.•♥´¨♥´♥•.¸¸.•♥´¨♥´♥•.¸¸.•♥´♥•.¸¸.•♥´¨.♥´♥•.¸¸.•

sábado, 16 de agosto de 2008

Pequeno tratado das grandes virtudes

“Se a virtude pode ser ensinada, como creio, é mais pelo exemplo do que pelos livros. Então, para que um tratado das virtudes? Para isto, talvez: tentar compreender o que deveríamos fazer, ou ser, ou viver, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o caminho que daí nos separa. Tarefa modesta, tarefa insuficiente, mas necessária. Os filósofos são alunos (só os sábios são mestres), e alunos precisam de livros; é por isso que eles às vezes escrevem livros, quando os que têm à mão não os satisfazem ou sufocam. Ora, que livro é mais urgente, para cada um de nós, do que um tratado de moral? E o que é mais digno de interesse, na moral, do que as virtudes? Assim como Spinoza, não creio haver utilidade em denunciar os vícios, o mal, o pecado. Para que sempre acusar, sempre denunciar? É a moral dos tristes, e uma triste moral. Quanto ao bem, ele só existe na pluralidade irredutível das boas ações, que excedem todos os livros, e das boas disposições, também elas plurais, mas sem dúvida menos numerosas, que a tradição designa pelo nome de virtudes, isto é (este é o sentido em grego da palavra arete, que os latinos traduziram por virtus), de excelências.”
(André Comte-Sponville)