quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Educação Nutricional

Diversos cientistas concordam que nossos ancestrais eram vegetarianos. De acordo com Darwin, os primeiros humanoídes eram comedores de frutas, nozes e legumes. Foi apenas na última era glacial que esta dieta tornou-se inacessível e permaneceu até os dias atuais, seja por necessidade, hábito ou condicionamento.

Quando falamos sobre vegetarianismo, devemos lembrar que existem diferentes tipos de vegetarianos. Alguns deles:


Vegetarismo: evita qualquer tipo de alimento de origem animal (inclui se mel, ovos, leite e derivados, gelatinas, corantes, etc...);


Vegan: são aqueles que além de evitar o consumo de qualquer alimento de origem animal, não fazem uso de produtos derivados como: bolsas, sapatos, cintos, carteiras, casacos...., e nem de produtos testados em animais (cosméticos, por exemplo);


Ovo lacto vegetarianismo: exclui todo tipo de carne, porém admite-se o consumo de leite, derivados e ovos;


Lacto–vegetarianismo: exclui todo tipo de carnes e os ovos;


Pescarianos: admite-se consumo de peixes;


Frugivorismo: restrínge- se ao consumo de frutas crúas ou cozidas. Há uma vertente que ainda considera o consumo de cereais;


Cerealismo: consome cereais crús ou cozidos, incluindo ou não sal.


Crudivorismo: admite-se somente o consumo de alimentos de origem vegetal crú.


Diversas questões podem levar as pessoas ao vegetarianismo, de ideais políticos, a ambientais, filosóficos, religiosos, ou mesmo pela saúde.


Carne x Patologias

O consumo de carne elevado esta relacionado com algumas das principais patologias da atualidade como: obesidade, ácido úrico, colesterol ruim e doenças cardiovasculares, doenças parasitárias, artrite, osteoporose, pressão arterial elevada, obstipação, câncer de mama.


Recomendação Proteíca

A recomendação proteíca para não vegetarianos é de 0,8 a 1,0g /kg de peso, enquanto que para os vegetarinos deve ser 25% superior.


O que são proteínas

As proteínas são constituídas por cadeias de aminoácidos. O organismo necessita de 22 aminoácidos sendo 10 essenciais (que necessitam vir da dieta pois o organismo não pode produzir) e 12 não essenciais (produzidos pelo próprio organismo).

É sabido que a carne vermelha é conhecida como uma proteína completa pois possui os 10 aminoácidos essenciais.

A soja é o único alimento de origem vegetal considerado como uma proteína completa. No entanto, a natureza é muito sabia e nos proporcionou uma combinação de cereal e leguminosa que pode suprir esta necessidade do organimo.

Por exemplo o arroz é um ceral rico em um aminoácido chamado metionina e pobre em lisina, porém o feijão é rico em lisina e pobre em metionina, ou seja, eles se completam nutricionalmente.

Até mesmo em outra culturas alimentares observamos estas combinações de proteínas complementares:


Tahine: grão de bico + gergelim

Mijadra: arroz+ lentilha

Espoguete + queijo

Sopa de ervilha + pão + queijo

Queijo + Nozes

Pão integral + semente de girassol


Fontes de proteína vegetais

Boas fontes de proteína de origem vegetal: grão de bico, ervilha, lentilha, feijões, soja e derivados como tofú, semente de linhaça, semente de girassol, de abóbora, glúten, amendoim e derivados, avelã, castanha de cajú, castanha do Pará, amendôas, cogumelos, pão integral, etc....


A questão do ferro

Outra situação bastante polêmica é a questão do ferro.

O ferro obtido da alimentação pode ser classificado em:


Ferro heme, ou seja, de origem animal. A absorção pelo organismo fica em torno de 20 a 30%.


O ferro não heme é de origem vegetal e sua absorção fica em torno de 5 a 10%.


Ferro x Vitamina C

Uma dica muito valida é consumir junto com os alimentos fontes de ferro, fontes de vitamina C, já que esta, potencializa a absorção do ferro.

Exemplo: salada de soja + suco de laranja

lentilha + suco de morango

salada de agrião com molho de limão


Algumas fontes de vitamina C: laranja, caju, morango, acerola, limão, carambola, poncã...

Boas fontes de ferro: lentilhas, ervilhas, cereais integrais, mostarda, almeirão, agrião, brócolis, açúcar mascavo, ameixa seca , damasco seco, beterraba, açaí, aveia...


Obs: o espinafre e a couve são ótimas fontes de ferro , porém contém altos teores de ácido oxálico que está relacionado com a redução da absorção do cálcio e aumento da produção de pedras nos rins e bexiga


Evite o consumo de chá preto junto com as refeições, pois é rico em tanino e reduz a absorção do ferro. Porém quando consumido com leite ou limão, essa potencialidade do tanino é reduzida.


Curiosidade: a genética proporcionou a raça negra uma absorção duas vezes maior de ferro se comparada a raça branca.

Praticantes de atividades física intensa e mulheres que menstruam merecem maiores cuidados com relação a perda de ferro.

A questão do cálcio

O cálcio é um outro nutriente que merece considerações na dieta dos vegetarianos e vegans. Fontes de cálcio: soja e derivados, vegetais verde escuros (brócolis, mostarda, couve e agrião), gergelim

Evite o consumo de cafeína pois aumenta a perda de cálcio, assim como alguns medicamentos: diuréticos , esteróides, antibióticos e antiácidos.

Vale lembrar a importância do sol e da atividade física de médio impacto para a manutenção dos ossos.


Vitamina B12

A vitamina B12 (cianocobalamina) é encontrada nos alimentos de origem animal, sua deficiência pode ocorrer em vegetarianos e vegans após 5 anos sem o consumo de alimentos de origem animal. A suplementação pode se dar através de alimentos fortificados ou complementos alimentares.

Fonte de vitamina B12 vegetal: clorela e espirulina (dois tipos de alga), levedo de cerveja, ou suplementação (muitas são vegans).


Os vegetarianos devem evitar o consumo de sal, açúcar e cereais refinados pois podem contribuir para a espoliação de cálcio e o ferro do organismo, além do álcool, café, chá preto.


Curiosidade: os alimentos germinados são bastante indicados pois possuem o dobro do teor de vitaminas.

Ex: broto de feijão, alfafa, lentilha, ervilha, gergelim, girassol...


Abraços com carinho e saúde

Depto. Nutrição Mãe Terra

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

meus pensamentos

Se quero mudar minha vida, preciso mudar minhas ações, e a para isso tenho de alterar meus pensamentos.
La Procession de Noël de Marc Chagall

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O Karma

"O karma ensina que sou o criador de meu pequeno mundo. Sou também o criador do ambiente que me cerca. Em um nivel mais amplo, sou, com Deus, o co-autor do mundo futuro" BK
Marc Chagal - Autour d'elle (1937-1945) Museu Nacional de Arte Moderna de Florença
O karma ensina que sou o criador de meu pequeno mundo. Sou também o criador do ambiente que me cerca

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Quando o principe vira sapo

Tudo resolvido. Tudo? Por Sandra Maia

Ela estava serena, segura de si e, cada vez mais, pronta para se soltar, desapegar, encontrar uma nova possibilidade, outra oportunidade. É claro, longe desse outro que agora lhe dava arrepios...

Tudo certo! Tudo caminhando normalmente... Bem, nem tão normalmente assim... Do nada, quando ela finalmente havia decidido deixar essa HISTÓRIA DE LADO, o outro resolve trazer a HISTÓRIA PARA DENTRO... E, em pouco tempo - vamos dizer, assim, dias -, a vida dela havia se transformado num inferno.

Não que eles houvessem iniciado de fato a relação - nada havia ocorrido entre eles nesse meio tempo. Ainda assim, o outro - agora inseguro - começava a insinuar-se, deixar claro para todos que vivia com ela uma intimidade que não era verdadeira.

Ou seja, a pobre havia caído na sua própria armadilha...

O outro a usava como um TROFÉU para se exibido a quem chegasse por perto. Fazia isso com tamanha propriedade que, por vezes, ficava mesmo difícil saber quem estava falando sério. Ela que afirmava não terem nada; ele se exibia por tê-la conquistado...

Nada mal se fossem somente conhecidos... Mas não! Para colocar um pouco mais de pimenta na história, eles eram mais que conhecidos. Trabalhavam na mesma empresa. O palco era nada menos do que a vida profissional de cada um.

Ele, um oportunista velado. Ela, uma ingênua útil...
Essa semana, encontrei uma amiga simplesmente indignada com uma situação vivida... Ela havia encontrado um ser que, numa primeira análise, era especial - um DEUS VIVO NA TERRA. O ponto é que, com o passar do tempo, aos poucos, chegando mais perto, tudo foi se modificando.

Quanto mais ela conhecia o outro - mais se decepcionava. De príncipe a sapo, ele foi caminhando em menos de seis meses...




Enfim, a história terminou.
Ela retomou sua vida e ele, bem, continua lá - como um príncipe derrotado, à espera de outra princesa-estrela... É. Esse tipo de situação é realmente comum na vida. E, felizmente, essa minha amiga conseguiu não entrar numa história que mais parecia uma ROUBADA.

A questão é que nem todos conseguimos nos dar conta antes. Às vezes, distraídos, nos deixamos encantar por ogros e, então,acabamos lá, juntos na lama, no brejo...

Escolhas, sempre escolhas...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Psiquê revivida pelo beijo de Eros"


Museo Louvre - Antonio Canova: "Psiquê revivida pelo beijo de Eros", c. 1787


Narrado no livro O Asno de Ouro, de Apuleio, o mito de Psiquê (alma), bela mortal por quem Eros, o deus do amor se apaixonou...


Psiquê era tão bela que despertou a fúria de Afrodite, deusa da beleza e do amor, mãe de Eros - pois os homens deixavam de frequentar seus templos para adorar uma simples mortal.

A deusa mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a apaixonar-se pelo ser mais monstruoso existente. Ao contrário do esperado, Eros apaixona-se por Psique, acidentalmente espetado por uma de suas próprias setas.
Com o próprio deus do Amor apaixonado por ela, as suas setas não foram lançadas para ninguém. O tempo passava, Psiquê não gostara de ninguém, e nenhum de seus admiradores se tornara seu pretendente.

O rei e pai de Psiquê, cujo nome é desconhecido, preocupado com o facto de já ter casado duas de suas filhas, que nem de longe eram belas como Psiquê, quis saber a razão pela qual esta não conseguia encontrar um noivo. Consulta então o Oráculo de Delfos, que prevê, induzido por Eros, ser o destino de sua filha casar com um ente monstruoso.

Após muito pranto, mas sem ousar contrariar a vontade de Apolo, a jovem Psiquê foi levada ao alto de um rochedo e deixada à própria sorte, até adormecer e ser conduzida pelo vento Zéfiro a um palácio magnifico, que daquele dia em diante seria seu.

Lá chegando a linda princesa não encontrou ninguém, mas tudo era sumptuoso e, quando sentiu fome, um lauto banquete estava servido. À noite, uma voz suave a chamava e, levada por ela, conheceu as delícias do Amor, nas mãos do próprio deus do amor...
Os dias passavam, e ela não se entediava, tantos eram os prazeres que tinha: acreditava estar casada com um monstro, pois Eros não lhe aparecia e, quando estavam juntos, usava sempre um capuz. Ele não podia revelar sua identidade pois sua mãe (que neste mito é Vênus) descobriria que não cumprira as suas ordens – e apesar disto, Psiquê amava o esposo, que a fizera prometer jamais retirar-lhe o capuz.

Passado um tempo, a bela jovem sentiu saudade de suas irmãs e, implorou ao marido que permitisse que elas fossem trazidas até ali. Eros resistiu e, perante a sua insistência, advertiu-a para a alma invejosa das mulheres.

As duas irmãs foram, enfim, trazidas. A princípio mostraram-se apiedadas do triste destino da sua irmã, mas vendo-a feliz, num palácio muito maior e mais luxuoso que o delas, foram sendo tomadas pela inveja. Constataram que a irmã nunca tinha visto a face do marido, então sugeriram-lhe que, à noite, quando este adormecesse, tomasse de uma lâmpada e uma faca: com uma iluminaria o seu rosto; com a outra, se fosse mesmo um monstro, o mataria, tomando posse de todas as riquezas.

Chegada a noite Psiquê, julgando que os conselhos das irmãs eram ditados por amizade, pôs em execução o plano que elas haviam lhe dito: Ao perceber que seu marido adormecera profundamente, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e dirigiu a luz ao rosto se seu esposo, com intenção de matá-lo.
Espantada e admirada com a beleza de seu marido, desastradamente deixa pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda – o lugar onde caiu o óleo fervente de imediato se transforma numa chaga: o Amor está ferido.

Percebendo que fora traído, Eros enlouquece, e foge, gritando repetidamente: O amor não sobrevive sem confiança!

Psiquê fica sozinha e desesperada com seu erro, no imenso palácio. Precisa reconquistar o Amor perdido.



A Busca pelo Amor


Psiquê vaga pelo mundo, desesperada, até que resolve consultar-se num templo de Vênus. A deusa, já cientificada de que fora enganada, e mantendo Eros sob seus cuidados, decide impor à pobre alma uma série de tarefas, esperando que delas nunca se desincumbisse, ou que tanto se desgastasse que perdesse a beleza...

A princesa foi colocada num quarto onde tinha sido misturada uma montanha de grãos, de diversos tipos. Psiquê devia separá-los, conforme cada espécie, no espaço de uma noite. A jovem começou a trabalhar, mas mal fizera alguns montículos, adormeceu extenuada. Durante seu sono, surgem milhares de formigas que, grão a grão, os separam do monte e os reúnem consoante sua categoria. Ao acordar, Psiquê constata que a tarefa fora cumprida dentro do prazo. Vênus pede-lhe então um pouco da pura água da nascente do Rio Estige
Mas a nova tarefa logo se revela impossível: o Estige nascia duma alta montanha, tão íngreme que era impossível escalar. Levando um frasco numa das mãos, a princesa queda-se ante a escarpa que se erguia à sua frente quando uma águia surge e, tomando-lhe o frasco, voa com ele até o alto, enchendo-o. O trabalho, mais uma vez, foi realizado.

Vênus pede então que lhe trouxesse a lã de ouro que uns carneiros produziam. Após longa jornada, Psiquê encontra os ferozes animais, que não deixavam que deles se aproximassem. Uma voz surge de juncos num rio, e aconselha-a: ela deve procurar um espinheiro, junto a onde os carneiros vão beber, e nas pontas dos espículos recolher toda a lã que ficara presa. Cumprindo o ditame, Psiquê realiza a tarefa, enfurecendo a deusa.

Vênus percebeu que teria de usar de meios mais poderosos. Inventando que tinha perdido um pouco de sua beleza por cuidar do ferimento de Eros, pede a Psiquê que, no Reino dos Mortos (o País de Hades, também chamado de Campos Elísios), pedisse à sua rainha, Perséfone, um pouco de sua beleza. Conta-se, que Vênus tinha inveja da beleza da Perséfone, e este seria outro motivo para mandar a jovem ao reino de Hades. Mesmo assim a deusa estava certa de que ela não voltaria viva...



A Beleza Fatal

Psiquê, ajudada por uma voz invisível, ou, noutra versão, por uma torre, localiza a passagem para o reino dos mortos. Atravessa o rio Estige na barca de Caronte, faz calar Cérbero atirando-lhe um bolo com mel e chega à presença de Perséfone que lhe entrega uma caixa contendo sua beleza cobiçada por Afrodite. Retornando, a jovem pensa que também ela perdera um tanto de seus encantos e resolve tomar para si um pouco do conteúdo da caixa. Abriu-a, portanto, e apenas uma névoa se desprende, envolvendo-a: era a beleza da morte, e Psiquê tomba, cumprindo assim os desejos da deusa...



A deusa da Alma

Mais tarde, o próprio Eros foi salvá-la. Ambos foram para o Olimpo, onde Psiquê se tornou a deusa da Alma. Desta união nasceu a Volúpia.

Seu nome em grego (Psiquê) pode ser traduzido como alma mas também como borboleta.
Curiosamente, algumas vezes foi representada como uma bela mulher com enormes asas de borboleta ao lado de Eros com suas enormes asas de pássaro.
Para os gregos, as borboletas eram como a alma humana: no começo, enquanto vivos, somos lagartas feias, quando morremos, nos tornamos seres belos, superiores e leves.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Nestle- que vergonha

18/08/09 - MPF/SP recomenda que Conselho Federal de Nutrição não puna quem receite a “multimistura”


NOTA DO VEGVIDA
A multimistura - uma criação da pediatra Clara Takaki Brandão, composta de farelos de arroz e trigo, folhas secas de mandioca e
sementes de abóbora e gergelim - foi de 1999 a 2004 um programa nacional do governo federal.

Essa receita barata, divulgada pela Pastoral da Criança e que poderia ser também reproduzida em casa, foi por muito tempo um importante suplemento alimentar na merenda escolar de todo o país. Diversos resultados positivos foram comprovados nesse tempo, em especial com crianças muito desnutridas.

Entretanto, por motivos que até agora não estão claros, foi substituída pelo Mucilon, da Nestlé e também sua Farinha Láctea (muito mais caras).

Não bastasse, o Conselho Nacional de Nutrição ignorou sua natureza - em última instância - de alimento e, sob a alegação de não trazer nenhum resultado, proibiu a qualquer nutricionista que a receitasse.

Legitimamente, argumentava sobre o alto risco de transmissão de salmonela pela casca de ovo triturada - substituída na receita divulgada mais recentemente (o que a tornou vegana).

Também se questionava sobre as folhas da mandioca possuírem ácido anidro (que, entretando, reduz-se significativamente com a secagem, em especial aquela feita à sombra, conforme estudo consultado). Além disso, pode ser substituída pelas folhas de abóbora igualmente secas.

Por fim, se constatou uma falta de higiene em algumas amostras das multimisturas industrializadas, o que levou a Pastoral da Criança a sugerir que a multimistura seja feita apenas em nível comunitário (caseiro e consumo rápido).

Agora o Ministério Público Federal de São Paulo vem reverter essa proibição, possibilitando aos profissionais de nutrição liberdade sobre suas escolhar.

A receita da multimistura, é a seguinte:
3 medidas de farelo de arroz;
3 medidas de farelo de trigo;
½ medida de sementes de gergelim;
½ medida de sementes de girassol;
½ medida de sementes de abóbora, melancia e melão misturadas;
½ medida de folhas secas de abóbora ou mandioca;
½ medida de folhas secas de batata-doce.
Modo de usar: Recomenda-se a utilização de uma a duas colheres de farinha múltipla polvilhadas em cada refeição, durante o dia.

Fontes do comentário:
http://www.editora.ufla.br/revista/26_2/art18.PDF
http://www.rebidia.org.br/dicas/dicas_multimistura.htm
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/01/407408.shtml , extraído da revista Isto É.
http://www.tiaoviana.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1215&Itemid=2