“A consciência individual do homem só pode existir nas condições em que existe a consciência social” A. Leontiev
A subjetividade social e a subjetividade individual estão internamente interligadas, os processos sociais podem transformar a subjetividade individual, assim como vice-versa. Percebemos que a história se realiza de forma permanente, assim como a subjetividade social.
Quando o sujeito cria sua identidade legitimando sua subjetividade individual e social, essa não é permanente e estática, ela é provisória.
O educador deve valorizar tanto o momento que cada indivíduo se encontra na sua subjetividade individual (por ser único), como deve entender o contexto em que o sujeito está inserido na sua subjetividade social; ex: família, grupos, religião e outros. Quando as individualidades são respeitadas, o sujeito se reconhece na sua identidade.
A subjetividade se dá primeiramente do social, porque quando a criança nasce o mundo já se encontra “pronto”, ela aos poucos vai se adaptando aquele mundo, mas esse mundo que já se encontra pronto são frutos de outros sujeitos, portanto não há social sem individual porque é o indivíduo que produz a sociedade.
A história do grupo ao qual o individuo pertence e que desenvolve sua subjetividade tanto social como individual. Enfim é muito difícil encontrarmos comportamentos individuais que não envolvam comportamentos estabelecidos socialmente.
Com a história não é estática e muda o tempo todo, a subjetividade tanto social como individual também muda.
Como agentes sociais, somos julgados pelas pessoas que nos cercam, fazendo com que mudemos nossas atitudes para ser aceito ou mesmo para ser rebelde no caso dos adolescentes sua rebeldia e também para ser aceito a um determinado grupo (tribo) e nessa consciência vamos definido a nossa identidade social e individual. Por mais que queremos mudar nossa individualidade estamos sempre presos a alguns papéis sociais estabelecidos, podemos fazer todas as variações que quisermos, desde que as relações sejam mantidas ex: professor – aluno, pai- filho.
O viver em grupos permite trocarmos informações simbólicas, nessa interação construímos nosso “eu” e nesse processo construo minha identidade de grupo e individual, mas também o viver em grupo pode dificultar de chegarmos a ter consciência de nos mesmos, quando não entendemos e vivemos alienados com nossa subjetividade individual na alienação da ideologia dominante, quando não confrontamos nosso falar com nossas ações, quando apenas reproduzimos aquilo que nos foi transmitido, sem questionar, sem levar para a ação, quando não atendemos nossas particularidades individuais, reproduzimos ações sociais que não mudam o “status quo” da sociedade.
Ou seja, pensar a nossa realidade, questionar e articular ações para a mudança do grupo, mudando sua subjetividade social e individual, e é em grupo que essa ação será mais eficaz.
Simone Martins Cruz
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
As Rosas Não Falam -Cartola
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas,
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas,
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
Felicidade
“Precisamos aprender a ser felizes com o que temos. E a prova disso é deixar os outros irem à frente. Aqueles que têm esse sentimento de renúncia interior podem se tornar felizes. Aprenda a ficar livre dos desejos da mente. Pense: Eu tenho tudo. Deus me deu tanta paz e poder e me colocou para sentar em Seu coração. Quando há empenho verdadeiro, você atrai poder Divino.”
Dadi Janki
“Precisamos aprender a ser felizes com o que temos. E a prova disso é deixar os outros irem à frente. Aqueles que têm esse sentimento de renúncia interior podem se tornar felizes. Aprenda a ficar livre dos desejos da mente. Pense: Eu tenho tudo. Deus me deu tanta paz e poder e me colocou para sentar em Seu coração. Quando há empenho verdadeiro, você atrai poder Divino.”
Dadi Janki

A Casa do Saber e a Editora WMF Martins Fontes organizam a mesa-redonda “Corpo, Identidade e Erotismo”. O encontro vai examinar a situação do corpo no mundo contemporâneo, marcado pelas tecnologias virtuais, as crises das identidades, o lugar do desejo e o imperativo do sexo. Participam Gal Oppido, Priscila Davanzzo, Marcela Tiboni, Denise Bernuzzi Santana e Katia Canton.
Inscrições gratuitas pelo telefone (11) 3707-8900. Vagas limitadas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
MENSAGEM PARA O HAITI
Em nome da Brahma Kumaris, eu gostaria de estender uma mensagem de amor e fortalecimento ao povo do Haiti ao redor do mundo e especialmente àqueles vivendo no Haiti. Nós estamos com vocês em nossos pensamentos e com nossos corações.
Estando ativamente envolvida no trabalho da Brahma Kumaris, tive a oportunidade de trabalhar de forma próxima aos haitianos na República Dominicana e ter visitado por duas vezes o Haiti recentemente.
Uma das habilidades dos haitianos que conheci e com quem trabalhei, que acalenta o coração, é a sua camaradagem, seu amor e entendimento das profundas verdades da vida, e sua habilidade de serem leves, criativos e artísticos – mesmo sob circunstâncias extremas. Eles são um povo profundamente espiritual a partir da essência de seu ser.
A família da humanidade está passando por alguns momentos extremamente desafiadores, e nós seremos capazes de passar pelo tumulto desta mudança ao fortalecermos nosso potencial espiritual interno e ao acessarmos o poder e a sabedoria que vêm do Supremo, Deus. A clareza na mente e a pureza no coração nos ajudarão a lidarmos com as dificuldades que a vida traz diante de nós.
Para toda a humanidade este é um momento para reflexões profundas e desenvolvimento espiritual. É um momento para revisarmos a forma como nos posicionamos neste mundo e termos clareza sobre nossos objetivos na vida. O tempo está nos chamando para emergirmos nossa natureza inata de paz e usarmos ativamente nosso poder espiritual e a capacidade de amar. O tempo está nos solicitando para mostrarmos nossa generosidade de espírito.
Desejando a vocês toda a coragem, fé e sabedoria durante este momento desafiador,
Rona Schweitz
Em nome da equipe do Projeto “Serve Caribbean” da Brahma Kumaris
Rona é a coordenadora das atividades da Brahma Kumaris na República Dominicana e atua profissionalmente como médica.
Estando ativamente envolvida no trabalho da Brahma Kumaris, tive a oportunidade de trabalhar de forma próxima aos haitianos na República Dominicana e ter visitado por duas vezes o Haiti recentemente.
Uma das habilidades dos haitianos que conheci e com quem trabalhei, que acalenta o coração, é a sua camaradagem, seu amor e entendimento das profundas verdades da vida, e sua habilidade de serem leves, criativos e artísticos – mesmo sob circunstâncias extremas. Eles são um povo profundamente espiritual a partir da essência de seu ser.
A família da humanidade está passando por alguns momentos extremamente desafiadores, e nós seremos capazes de passar pelo tumulto desta mudança ao fortalecermos nosso potencial espiritual interno e ao acessarmos o poder e a sabedoria que vêm do Supremo, Deus. A clareza na mente e a pureza no coração nos ajudarão a lidarmos com as dificuldades que a vida traz diante de nós.
Para toda a humanidade este é um momento para reflexões profundas e desenvolvimento espiritual. É um momento para revisarmos a forma como nos posicionamos neste mundo e termos clareza sobre nossos objetivos na vida. O tempo está nos chamando para emergirmos nossa natureza inata de paz e usarmos ativamente nosso poder espiritual e a capacidade de amar. O tempo está nos solicitando para mostrarmos nossa generosidade de espírito.
Desejando a vocês toda a coragem, fé e sabedoria durante este momento desafiador,
Rona Schweitz
Em nome da equipe do Projeto “Serve Caribbean” da Brahma Kumaris
Rona é a coordenadora das atividades da Brahma Kumaris na República Dominicana e atua profissionalmente como médica.
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